“A bailarina flutua, como um passarinho…leviana, graciosa. A menina apaixonada, dança, também como um passarinho, a carregar as flores que recebeu de seu amado. A anoréxica come que nem um passarinho, pouco necessário. E o homem? Morre, como um passarinho ao morrer na calçada, sem importância, a perder sua graciosidade, sua cantoria, e sua dança. Ninguém se importa com o moço, morto pela solidão, onde nem pássaro, outrora homem consegue evitar a pobre solidão.”